Movimentação nos corredores da Câmara indica que articulações para escolha do futuro presidente da Casa já começaram

Legislativo areia-branquense possui 11 vereadores (Foto: Luciano Oliveira)
Passados seis meses da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Areia Branca para o biênio 2017-2018 já começam as articulações, visando escolha da futura composição para os dois anos seguintes. Conforme o regimento da Casa, a próxima eleição será em agosto, após o recesso parlamentar que inicia nesta segunda quinzena de junho.
O presidente que for eleito em agosto, só assumirá o comando da Casa em janeiro de 2019, visto que o mandato do atual dirigente, vereador Ruidenberg Ferreira Souto Filho, “Kinho de Beguinho” (PSD), só termina em 31 de dezembro de 2018.
Por enquanto, alguns nomes são especulados para o cargo de presidente, mas nada concreto. À exceção de “Kinho de Beguinho” que ainda não se manifestou sobre a sucessão no Legislativo municipal, qualquer um dos outros 10 vereadores poderá se lançar na disputa.
Pelos corredores da Câmara percebe-se que as articulações entre os vereadores já começaram. A oposição, que elegeu seis dos 11 edis da Casa, parece disposta a reparar o erro cometido em janeiro passado, quando deixou escorregar entre os dedos a presidência. O grupo tinha os votos necessários para eleger a Mesa, mas não houve consenso em torno de um nome. Os desentendimentos internos favoreceram a situação, que mesmo sendo minoria conseguiu desfalcar em um vereador o grupo majoritário e elegeu a atual Mesa Diretora.
A oposição agora quer dar o troco, trazendo um vereador de lá para ser presidente com os votos de cá. Se confirmada essa hipótese (que parece caminhar para uma definição) o futuro presidente da edilidade areia-branquense poderá ser eleito com seis ou sete votos. Ou até mais.
Mas dentro do próprio grupo dos seis (oposição) qualquer um poderá ser candidato. É uma questão de entendimento. Já na situação, qualquer que seja o candidato, precisará de mais um voto para continuar à frente do comando do Legislativo.
Repetindo o que foi dito em janeiro, quando das articulações para escolha da Mesa, a oposição só não elegerá o próximo presidente da Câmara Municipal se não quiser. Tem a faca, o queijo e o prato nas mãos. Basta ter juízo.
Fonte: Costa Branca News

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