Atos contra reformas trabalhista e da Previdência fecham ruas do Centro de SP

Manifestantes contrários a reforma da Previdência Social lotaram Avenida na capital Paulista ( Foto: Miguel Schincariol/AFP)
menos seis manifestações ocorreram nas ruas de São Paulo nesta quarta-feira (15). Os atos são parte dos protestos organizados por sindicatos e pela sociedade civil em todo o país contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo governo federal e em tramitação no Congresso Nacional. O ato terminou por volta das 20h e a avenida, liberada às 21h20.

A Avenida Paulista e algumas vias do Centro foram bloqueadas para carros durante a passagem dos manifestantes. Os protestos que estavam espalhados pela cidade seguiram até a Paulista, onde se concentraram no fim da tarde (veja ao final desta reportagem os locais onde houve protestos nesta quarta-feira).

No início da noite, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou à Paulista para participar do protesto. Por volta das 19h20, ele discursou contra o governo Temer e criticou as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo presidente. Ele falou durante cerca de 10 minutos. Depois do discurso, os manifestantes começaram a deixar a avenida.
Durante a dispersão, mascarados desceram até a Avenida Nove de Julho e começaram a atear fogo em barricadas no meio da avenida. Segundo a Polícia Militar, agentes tentaram retirar o grupo, que atirou pedras e rojões. Os PMs usaram bomba de gás e os mascarados saíram da avenida.
A manifestação da Paulista ocupou seis quateirões. Manifestantes levaram bandeiras da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e de movimentos como o dos Trabalhadadores Sem Teto (MTST). Segundo a CUT, 90 mil pessoas estavam reunidas na via, antes mesmo do início da passeata. Por volta das 18h, o movimento calculava 200 mil pessoas na avenida. Às 18h40, o número subiu para 250 mil. A Polícia Militar não divulgou estimativa de público, mas informou ter disponibilizado efetivo de mil policiais.
Fonte: G1/São Paulo

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