O Raio que sempre cai no topo do pódio: Bolt dá adeus com tri do 4x100

ARRANCADA DE BOLT É FUNDAMENTAL PARA OURO DO TRI DA JAMAICA NO 4 X 100
Não era noite de voo solo. Era noite de trabalhar em equipe e usar o próprio brilho para consagrar os companheiros. Mas mesmo tratando-se de um quarteto, quem todos queriam ver era  Usain Bolt. E o Raio não decepcionou. Caiu pela terceira vez no mesmo lugar: no topo do pódio. Cruzou em primeiro lugar a linha de chegada de sua última prova olímpica, fechando o revezamento 4x100m da Jamaica com maestria (37s27) e levando o país ao tricampeonato da prova. No Engenhão, o homem mais rápido do mundo despediu-se dos Jogos com a terceira tríplice coroa da carreira, já que também havido sido campeão dos 100m e 200m rasos.
A festa Tri do 4 X 100 foi ainda maior do que nas provas individuais. Sem nenhum evento pelo frente, o Raio podia enfim se soltar. Juntou-se aos compatriotas para dar a volta olímpica com bandeiras da Jamaica e cobriu-se com outra do Brasil que recebeu da torcida. 

– Definitivamente não estarei em Tóquio, em 2020. Já cumpri a minha missão nas Olimpíadas. Terminei como queria a minha participação, e não tenho uma medalha favorita. Difícil escolher uma final em especial. Todas são importantes – disse Bolt ao fim da prova.
Felizes aqueles que estiveram no estádio olímpico do Rio para presenciar o adeus e ver a festa, com direito a uma sambadinha coletiva e soco no ar à lá Pelé. Pobres japoneses, que apesar de levarem a prata no Rio com direito a recorde asiático (37s60) não terão a sorte de ver o maior de todos os tempos em ação daqui a quatro anos.

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