Temer: 'vamos aguardar serenamente o resultado'

BRASÍLIA — Ao deixar seu gabinete da vice-presidência no início da madrugada, Michel Temer confirmou que dará posse aos ministros ainda nesta quinta-feira caso o processo de impeachment passe no Senado. Em uma fala curta, após uma série de reuniões, o vice dizia ainda aguardar o resultado.

— Vamos aguardar serenamente o resultado do Senado. Ainda faltam quatro ou cinco horas. Vamos aguardar esse período com a tranquilidade habitual — disse o vice.
Segundo ele, seu primeiro escalão está "praticamente" fechado. Indagado se estaria difícil ele concluir a reforma ministerial, minimizou.
— Não. Não está. Amanhã nós teremos praticamente toda a equipe — garantiu.
Indagado sobre quais seriam as pendências, tergiversou:
— Ah, ainda faltam alguns.


O vice explicou, no entanto, que não anunciará de imediato medidas econômicas:
— Não, ainda não (saem medidas). Amanhã eu vou, simplesmente, se as coisas acontecerem, dar posse aos ministros. Mas primeiro, eu reitero, se as coisas acontecerem — concluiu.
Michel Temer dará posse a ministros e fará um pronunciamento amanhã mesmo, durante a tarde. O vice quer evitar um vácuo de poder e se apresentar à população brasileira com um discurso em que tentará passar um sinal de confiança ao mercado e aos assistidos pelos programas sociais.

O vice explicou, no entanto, que não anunciará de imediato medidas econômicas:
— Não, ainda não (saem medidas). Amanhã eu vou, simplesmente, se as coisas acontecerem, dar posse aos ministros. Mas primeiro, eu reitero, se as coisas acontecerem — concluiu.

Michel Temer dará posse a ministros e fará um pronunciamento amanhã mesmo, durante a tarde. O vice quer evitar um vácuo de poder e se apresentar à população brasileira com um discurso em que tentará passar um sinal de confiança ao mercado e aos assistidos pelos programas sociais.

Depois de dezenas de encontros partidários, Temer conseguiu praticamente fechar seu ministério. Das 22 pastas, faltava definir apenas os titulares de três delas, até a noite de ontem: Integração Nacional, Defesa e Minas e

 
Energia. Líder do PMDB, o senador Eunício Oliveira (CE) pressiona para indicar o titular da Integração Nacional, pasta que também é cobiçada pelo PSB. Temer espera que os dois partidos cheguem a um acordo sobre qual ocupará a pasta. O outro ficará com o comando de Minas e Energia. O Ministério da Defesa está sendo usado como “pasta coringa” no caso de o PMDB não se acertar. No entanto, o mais provável é que fique com o deputado Raul Jungmann (PPS-PE)





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