Areia Branca terá domingo atípico com nova sessão extra na Câmara para julgar o que já foi julgado, denúncias contra a prefeita

Na terça-feira o público lotou o plenário da Câmara, será que hoje vamos ter novamente a casa do POVO lotada?

Parece piada de político, mas é verdade. A partida onde o time da Prefeita Luana Bruno teve derrota por 8x3 foi anulado e Domingo dia 15 haverá novo jogo. Segundo a justiça que cancelou a partida, a razão foi a falta da presença de outro árbitro. Corrigindo então essa ausência, a nova partida dará inicio as 09:00 horas da manhã. A única dúvida é se os torcedores irão assistir ao jogo com o mesmo ânimo e disposição, pois assistir a jogo repetido é bastante chato.


Opinião: O blog "areiabrancaenossa" pensa muito a respeito em se abster de cobrir essa nova sessão. Tudo está ocorrendo em meio a uma situação caótica que a cidade já passa a algum tempo. Antes de ser blogueiro, também sou funcionário publico e sofro da mesma forma como muitos todas as mazelas de salários atrasados. Tenho sempre dito aqui que a gestão "viva o progresso" tem feito uma trabalho até então perfeitamente desastroso, algo para ser esquecido e guardado nos obscuros calabouços da história areia-branquense, servindo apenas como mau exemplo.

Fonte: Angelo Vale


Hoje, portanto, às 9h, no Plenário “Euclides Leite Rebouças” da Câmara Municipal, os vereadores vão se reunir novamente, com o mesmo propósito da sessão de terça-feira, já que a decisão da juíza Uefla Fernandes foi pela realização de novo julgamento.
Hipóteses de perda do mandato do prefeito
Existem três hipóteses de perda do mandato do prefeito municipal. A primeira, é a perda do cargo declarada pela Câmara Municipal, se o prefeito vier a cometer alguma infração político-administrativa, prevista no Decreto-Lei nº 201, após o processo de cassação, mediante a denúncia de qualquer cidadão. Nesse caso de Areia Branca, a denúncia partiu do presidente do Sindicato dos Servidores, José Pedro Neto.
A segunda hipótese, é a perda do cargo declarada pela Justiça comum quando houver prática de crime ou ato de improbidade administrativa.
E a terceira, mais rara, quando o prefeito municipal cometer algumas das infrações previstas na Lei Orgânica municipal (se vier a se ausentar do município por mais de 15 dias sem autorização da Câmara Municipal, por exemplo).
Descumprimento de promessa eleitoral e impopularidade não são motivos de cassação de mandato. Se fosse, poucos governantes concluiriam o mandato.

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