Promotor propõe uso da carne de jumento em refeições de presos e estudantes

A Câmara dos Deputados discutiu em audiência pública nesta terça-feira (1º) o abate de jumentos para consumo humano no Rio Grande do Norte.
A audiência da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Casa foi motivada por denúncias do aproveitamento da carne de asininos (jumentos) abandonados às margens de rodovias no estado.
Um promotor do Rio Grande do Norte levantou a ideia como forma de controlar o número excessivo de jumentos na região. A proposta é que a carne proveniente do abate seja aproveitada no preparo de refeições de detentos do sistema penitenciário estadual e de estudantes da rede pública.
Em março deste ano, o promotor de justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte Sílvio Brito ofereceu dois almoços com pratos que incluíam carne de jumento entre os ingredientes. A intenção era mudar a rejeição, de caráter cultural, segundo ele, ao consumo da carne do animal.
O promotor foi convidado, mas não compareceu à audiência pública desta terça na Câmara. Brito disse ter sido avisado somente na sexta-feira (27), mas o presidente da Comissão, Felipe Bornier (PSD-RJ) afirma que ele foi informado há mais de 20 dias.
Segundo o promotor, a proposta dele está amparada por estudos de outros países. "Três doutores da Universidade Federal do Semi-Árido, em Mossoró-RN, analisaram pesquisas de fora que mostram que a carne e o leite dos jumentos têm elevado valor nutricional. A carne não oferece nenhum risco. É macia e gostosa”, afirmou.
E parece que o debate sobre a carne de jumento vai esquentar,  porque também já chegou no Congresso Nacional, e por enquanto não se tem uma lei que proíba o abate dos jumentos.
Desta forma que não deve estar gostando nada disso, é  o saudoso Gonzagão, que era um defensor do jumento; e dizia até que o JUMENTO é  nosso irmão!
Fonte: G1/RN
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